segunda-feira

De certo que é possível amar alguém, mas por detrás deste sentimento existe uma grande chave: amar a nós próprios. Para além de toda a ciência por nós seres humanos descoberta existem ainda muitas questões por responder, inúmeras e infinitas questões ás quais eu me questiono a mim mesma, mas por fim, sem nunca chegar a nenhuma conclusão.
O silêncio que eu sempre pensei ser um dos meus melhores amigos, sempre comigo, disposto a fazer-me pensar, fazer-me chegar a conclusões, boas ou más, ele apenas me diz a verdade e só a verdade. É quando faço estas perguntas que o meu "melhor amigo" parece não me saber responder, ele que me diz sempre tudo na cara, da maneira mais dura e fria mas mais sincera ao mesmo tempo, até ele me falha.
Mas afinal, com que é que podemos contar? Com tudo ou com nada? Será a vida assim tão monótona? Haverá algo sincero? Eu acho que sim, a vida não é monótona. Porque por muito que o ser humano erre, e volte a cometer os mesmos erros ele é incapaz de ser insensível, a um certo ponto.
E agora penso, quando se ama alguém ama-se verdadeiramente sem nos amarmos a nós mesmos? Ou será apenas uma ilusão da nossa cabeça?

2 comentários:

  1. adorei o teu comentário, antes demais, obrigado por teres lido, e obrigado por teres comentado o texto, a sério, significou muito para mim. sim, cada vez mais me apercebo que acabamos sempre por cair no mesmo erro, mas também nós não somos perfeitas, e não temos capacidade de adivinhar quem nos quer magoar ou quem nos quer fazer feliz. mais uma vez obrigada, tu tens imenso jeito para a escrita, nunca pares! beijinhos e bom texto @

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  2. eu sei que sim. o problema é que talvez eu não consiga ou não queira afastar-me dele. entendes? porque já ia uma ligação muito forte, exactamente como está explicado no texto, tudo volta, e é. impossível fazer com que não volte, acredita, eu tentei. mais uma vez, obrigada por leres ahah, pronto, então escrevemos as duas muito bem, beijinhos princesa (L)

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